terça-feira, 25 de novembro de 2008

O medo da perda pode ser resolvido com "Position Sizing"

 

 

“Para o investidor, a questão fundamental que precisa ser resolvida, assim que uma abordagem viável de fazer investimentos for dominada, é o medo da perda. Expondo o problema de modo sucinto, a questão para o investidor é se é possível dissociar, sob o ponto de vista psicológi­co, as metas de lucratividade a longo prazo dos traumas imediatos e de curto prazo causados pelas perdas.

No filme Wall Street, Gordon Gekko expõe apropriadamente o dile­ma: "Nada arruina tanto o meu dia como um prejuízo". De maneira geral, os investidores costumam ver o prejuízo da seguinte forma:

 

      Recusa. Não é de surpreender que a maioria dos investidores não esteja conseguindo os resultados que deseja no mercado. A razão que me levou a essa conclusão é que a maior parte deles opta por investir com os olhos fechados, os ouvidos tapados e o sistema nervoso desliga­do. De que outra maneira você poderia tolerar um investimento que vai contra você, dia após dia, sem riscos definidos, até que o problema fique
tão grave que mesmo o analgésico psicológico que você toma por conta própria já não pode mais afastar a dor? A recusa não ajuda em nada.

     Inatividade. Como diz o velho ditado: "se você dormir no chão, não pode cair da cama". Infelizmente, muitos investidores agem dessa ma­neira para evitar riscos. Se você não disparar o gatilho, não terá como errar o alvo. Mas a verdade é que você tem de sacar o revólver e mirar — sabendo no que está atirando — antes de puxar o gatilho com con­fiança. Nos investimentos, quando você desenvolve uma abordagem que define um enfoque específico e se prepara psicologicamente para en­frentar uma perda (o medo real), entendendo que esta não é apenas inevitável, mas essencial, você adquire a convicção de que deve explorar as oportunidades do mercado, e não deixá-las escapar.

Quando perder oportunidades se torna mais frustrante do que per­manecer inativo, os investidores começam a disparar os gatilhos e a acertar os alvos!

    Confusão. A confusão e a incerteza resultam da falta de uma conduta bem-defínida e elaborada antes de se fazer um investimento. Você deve reconhecer que reavaliar os custos das férias de sua família no momen­to em que está passando por um período difícil não é uma excelente estratégia de investimento. Quanto mais emoções puder afastar de seus investimentos, maior será sua lucidez para tomar as decisões no merca­do. Jeffrey Silverman deixou isso bem claro em uma entrevista para o livro O jogo interior dos investimentos: "Evitar que qualquer emoção in­fluencie sua tomada de decisão é uma questão de disciplina (...) Não aja de maneira emocional ao entrar em um negócio — livre-se da emoção que sente em relação à sua posição e liberte-se da emoção quando dei­xar o negócio".

Raiva. Reagir ao mercado com raiva é como prender a respiração es­perando que o vizinho fique roxo. Não funciona! Sua raiva não modifica­rá o prejuízo de maneira positiva — mas, sem dúvida, poderá influenciá-lo negativamente, fazendo de um pequeno prejuízo uma enorme perda!”

Texto extraido do livro “O Tao das Finaças” de Robert Koppel

Veja como dominar o medo usando o “Position Sizing”

 

 

domingo, 2 de novembro de 2008

Especulador Financeiro: Análise Técnica x Crise: teste de fogo?

Especulador Financeiro: Análise Técnica x Crise: teste de fogo?

Bem pertinente o artigo sobre a validade da analise técnica.
Veja abaixo a sugestão de compra de SLC Agricola e as noticias sobre a empresa que apareceram nos jornais um dia depois de termos detectado um possível movimento de alta no papel.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Sobre a essência dos Mercados

Os exageros fazem parte do mercado.
O mercado é um fenômeno puramente psicológico, que gera os fatos econômicos.
Do mesmo jeito que fomos aos eufóricos 70000 ptos viemos de 8000 ou ninguém se lembra? Poderemos ir pesarosamente aos 20000.
Podem os governos intervir, injetarem liquidez nada pode tirar o mercado de seu rumo inexorável.
Os mercados são apenas o termômetro do estado de espírito das pessoas.
Se eles sobem é sinal que as pessoas estão otimistas e felizes da vida e não como pensam muitos que as pessoas ficam felizes quando mercado sobe.
Por conseqüência os mercados estão assim agora porque o humor da massa mudou, de repente começaram a ficar mais cautelosas e o dinheiro parou de circular.
Que banqueiro iria repassar dólares do BC para financiar empresas exportadoras num mercado de cambio tão volátil?
Então a cautela, o medo vão se sobrepondo a ganância e a recessão vai se agravando.
O mais interessante é que esta alternância de humor tem um padrão de oscilação que se manifestam em forma, amplitude e tempo.São as chamadas e tão compreendidas ondas de Eliott.
Os fundamentos??Apenas argumentos para justificar nossos impulsos psicológicos!





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